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Limpeza da fachada do condomínio: como e quando fazer?

Como as pessoas, os edifícios envelhecem. Por isso, a limpeza da fachada do condomínio é tão essencial quanto os cuidados que tomamos com a pele. Afinal de contas, mesmo nas melhores condições atmosféricas, poeira, sujeira e fuligem se acumulam, mudando a aparência de um edifício ao longo do tempo.

Muitas vezes, é só até a limpeza da fachada do condomínio ser feita que se percebe o quão suja ela estava.

Nesse artigo, responderemos as principais dúvidas, orientando proprietários, inquilinos, zeladores e síndicos sobre as melhores práticas de limpeza. Confira!

Quantas vezes a limpeza da fachada do condomínio deve ser realizada?

A principal pergunta é, sem dúvida, em relação à frequência com que a limpeza da fachada do condomínio deve ser realizada. Em suma, isso tende a depender do responsável por esse setor. Alguns, por exemplo, argumentam que a sujeira e a poeira podem esconder defeitos. Independente disso estar ou não certo à primeira vista, esses dois fatores são responsáveis por acelerar o envelhecimento dos edifícios.

Alguns proprietários limpam suas fachadas anualmente, outros esperam vários anos. Novamente, isso depende do proprietário e de qual padrão ele deseja manter. Contudo, é inegável que alguns critérios devem ser levados em consideração antes de definir a regularidade da limpeza. Entenda mais sobre o assunto a seguir.

Quais critérios de limpeza devem ser considerados?

De fato, a frequência com que um prédio deve ser limpo tem muito a ver com a localização do condomínio em relação a várias fontes de sujeira. Ou seja, nem todas as fachadas de edifícios exigem a mesma atenção.

A localização, função e condições geográficas e atmosféricas de um edifício desempenham um papel determinante do nível de regularidade de limpeza necessário para obter a aparência desejada.

Isto é, existe um acúmulo natural de poluentes atmosféricos que se desenvolvem nas superfícies ao longo do tempo. Em linhas gerais, quão alta é a concentração desse conteúdo no ar que determina a rapidez com que ele se acumula nos edifícios do condomínio.

Por exemplo, um prédio perto de uma rodovia, onde obviamente existem concentrações mais altas de poluentes de caminhões e carros, fará com que a sujeira se desenvolva mais rapidamente do que um prédio em, digamos, um cenário mais isolado.

Por outro lado, os edifícios em um cenário mais isolado podem ser expostos a mais umidade, o que pode levar a maior concentração de mofo, em especial quando acoplado a elementos paisagísticos nas proximidades.

Métodos de limpeza

Em termos gerais, existem quatro categorias básicas de técnicas de limpeza de fachadas. São elas:

  1. Química;
  2. Não química;
  3. Abrasiva;
  4. Aquelas que exigem uma combinação desses métodos.

Por exemplo, embora uma prática de limpeza de fachada de alvenaria possa ser parcialmente bem-sucedida com um procedimento de imersão em água não química para afrouxar a sujeira e lavá-lo, pode ser necessário complementar esse método com um agente de limpeza (químico) apropriado para tratar áreas com manchas pesadas.

Deve-se notar que, na prática de limpeza de fachadas, “químico” pode significar qualquer produto, desde detergente neutro a ácido sulfúrico. A técnica de limpeza mais comum e mais usada, sem dúvida, é a lavagem sob pressão, que normalmente não é química. Ela pode ser aplicada sobre superfície de tijolos, pedras e assim por diante.

Em suma, as técnicas de limpeza da fachada do condomínio são bastante simples e não causam grandes dores de cabeça. Para saber mais sobre o assunto, contate a ASC Service!

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