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4 erros da portaria que podem afetar a segurança condominial

Um dos principais motivos que levam as famílias a procurar uma residência em condomínios é a segurança. Esses locais são considerados como modelos de lares tranquilos, que oferecem espaços seguros para o lazer dos moradores. Porém, todos esses benefícios podem ser comprometidos pela existência de erros da portaria.

Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, 4 erros de portaria que devem ser evitados, sob pena de afetar a segurança do seu condomínio. Boa leitura!

Quais são os principais erros de uma portaria condominial?

1. A indefinição das regras de funcionamento da portaria

A ausência ou indefinição de normas pode provocar erros, fazendo com que o porteiro não tenha algo que o guie em sua rotina de trabalho. Algo similar pode ocorrer com os condôminos. Estes, sem regras claras, acabam por interferir e prejudicar o funcionamento de sua portaria.

Portanto, as regras devem integrar o regimento interno do condomínio, sendo apresentadas aos colaboradores durante os treinamentos. Dessa forma, quando alguém (porteiro ou morador) descumprir as normas, o síndico poderá usar o documento para fundamentar sua atuação.

Nesse contexto, é altamente recomendável estabelecer regras claras para controlar entradas e saídas. Também é vital cadastrar prestadores de serviços, receber encomenda, assim como delinear quais são os deveres do porteiro.

Você deve identificar as particularidades e necessidades específicas do seu edifício, elaborando normas adequadas à portaria e evitando utilizar padrões preestabelecidos.

2. Não qualificar os funcionários da portaria

Quando os porteiros não recebem capacitações adequadas, falhas graves podem ocorrer, ameaçando a segurança dos condôminos, gerando constrangimentos e, até mesmo, conflitos entre moradores e funcionários.

O porteiro deve estar a par das regras e cumpri-las estritamente. Logo, oferecer treinamentos adequados e se assegurar de que o funcionário em questão está devidamente qualificado para realizar suas atividades é simplesmente indispensável. Sem embargo, vale destacar que oferecer esses treinamentos é uma das responsabilidades do síndico.

3. Não priorizar os equipamentos de segurança

Uma vez que a segurança é uma das tarefas centrais da portaria, deixar de investir em equipamentos de segurança pode provocar prejuízos irreparáveis.

Quando os porteiros possuem à sua disposição softwares que simplificam o controle de saídas e entradas, sistemas de identificação e câmeras de vigilância, podem exercer um monitoramento mais efetivo, elevando a segurança de todo o edifício.

Desse modo, os equipamentos garantem a tranquilidade de visitantes e moradores. Os gastos e despesas referentes a esse tipo de ferramenta podem, em um primeiro momento, ser mal recebidos pelos condôminos. Contudo, é um dever do síndico prestar os esclarecimentos necessários e enfatizar a importância de tais recursos para o dia a dia do condomínio.

4. Permitir que a portaria fique aberta

Esse erro, infelizmente, é bastante comum, sobretudo em edifícios que possuem alto fluxo de entradas e saídas de pessoas. Não obstante, essa atitude põe em risco todos os que se encontram no interior do condomínio.

É crucial estabelecer um ordenamento que permita manter as movimentações sob controle. A falta de supervisão gera erros da portaria que resultam na entrada de pessoas desconhecidas e/ou mal-intencionadas, as quais, na pior das hipóteses, podem cometer crimes e causar problemas ainda mais graves.

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