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O síndico pode avisar o condomínio sobre um condômino com COVID-19?

Em caso de condômino com COVID-19, o síndico deve avisar o condomínio? Sem dúvida, morar em um condomínio ou prédio de apartamentos com instalações compartilhadas e espaços apertados em meio à pandemia da COVID-19 apresenta seu próprio conjunto de desafios.

Afinal de contas, enquanto as autoridades de saúde estão dizendo à população para ficar a dois metros de distância uns dos outros para conter a propagação do vírus, como fazer isso com sucesso em um prédio de cerca de dez andares com centenas de inquilinos usando os mesmos elevadores?

De fato, o coronavírus trouxe sérios desafios à administração já fraca. Assim sendo, boas práticas e regras no condomínio são necessárias para monitorar as infecções de condômino com COVID-19 em seus prédios. Isto é, uma vez que houver caso de condômino com COVID-19, o síndico pode avisar os moradores. No entanto, não pode divulgar quem é devido a questões de privacidade, tornando a crise ainda mais difícil de gerenciar.

Desafios condominiais

Embora a maioria tenha se retirado para residências unifamiliares, cerca de um quarto não o fez. Para os quase 70 milhões de pessoas em edifícios multifamiliares, o isolamento é muitas vezes impossível e as tensões são inevitáveis.

De repente, espaços compartilhados são locais de possível contágio. Ou seja, cada viagem no elevador pode significar exposição; cada viagem à lavanderia pode trazer contaminação. Desse modo, alguns edifícios responderam restringindo o acesso, aumentando a limpeza, instalando dispensadores de desinfetantes e espalhando álcool gel pelas áreas comuns.

Condômino com COVID-19

Mas as novas regras – ou a falta delas – sobre condômino com COVID-19 deixaram muitos moradores com raiva ou medo. Afinal de contas, não há quarentena se você vive em moradias compartilhadas.

Assim sendo, à medida que a pandemia se espalha, mais prédios informam os moradores quando um deles é infectado. Mas os anúncios geralmente contêm poucos detalhes, provocando debates sobre se a privacidade ou a saúde pública devem vir primeiro.

Na maioria dos casos, a administração avisa o condomínio sobre um caso de condômino com COVID-19. No entanto, é impossibilitada de divulgar o nome ou a localização (por exemplo, o andar) do morador. Os argumentos para ocultar essas informações são a privacidade e a orientação de seus advogados.

Muitos moradores se questionam, por outro lado, se a privacidade é um motivo plausível para ocultar informações de saúde pública. Afinal, informações sobre quem estava doente poderiam levar outras pessoas a fazerem o teste ou entrarem em quarentena.

No entanto, os advogados defendem que divulgar o apartamento de um condômino com COVID-19 pode colocar em risco legal o condomínio. Por isso, o mais indicado é continuar dando ênfase em conscientização e boas práticas.

Por exemplo, moradores que acreditarem que eles ou outras pessoas em sua casa podem estar infectados são instruídos a ensacar duas vezes o lixo e deixá-lo do lado de fora de suas portas para serem recolhidos. Além disso, se alguém doente ou em quarentena tiver que sair do prédio, deverá notificar a recepção para que os funcionários possam liberar um elevador e o saguão.

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